Só se vê na Bahia? O fenômeno do “voto casado” unindo Lula (13) para presidente e ACM Neto (44) para o governo do estado ganhou repercussão por meio de manifestações espontâneas de eleitores e jingles produzidos por internautas.
Um dos materiais de maior apelo é um vídeo gravado com um jingle popularizado pelas redes sociais que traz versos como: “Lula 13 lá, Neto 44 cá. Na Bahia é 44 e meu presidente é 13”. O vídeo utiliza montagens e fotos para defender a escolha combinada dos dois nomes.
A veiculação desses conteúdos gerou embates jurídicos na Justiça Eleitoral:
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O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para tentar barrar a veiculação do vídeo e do jingle.
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O TRE-BA indeferiu o pedido de liminar. A Justiça entendeu que as postagens e vídeos são manifestações individuais e espontâneas de preferência dos eleitores, sem indícios de impulsionamento pago ou vínculo oficial com a campanha formal de Neto.
Análises jornalísticas e trechos sobre como o ex-prefeito e candidato navega entre o apoio a Lula e a presença do bolsonarismo na chapa podem ser acompanhados no Papo Antagonista sobre ACM Neto, que aborda o contexto político dessas alianças e cruzamentos de voto no estado.






