domingo , 25 Fevereiro 2018
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Foto: Márcia Santana

Final da tarde de segunda tem maior número de conduzidos pela PC

Durante a passagem de um trio pipoca pelo trecho compreendido entre o início da Avenida Sete e a Praça da Piedade, nesta segunda-feira (12), o trabalho de policiais infiltrados e unidades táticas da Polícia Civil conduziram 52 pessoas para a sede da PC. O reforço de policiamento durante a passagem da atração já estava previsto pela polícia, pelo histórico de ocorrências em anos anteriores.

De acordo com o delegado Nilton Tormes, que coordenou as equipes no período, o planejamento das ações leva em conta as estatísticas de ocorrências de outros carnavais e dos primeiros dias da festa, além da programação das atrações de cada dia.

Durante a reunião de avaliação realizada nesta terça-feira (13), no Wish Hotel da Bahia, o consenso foi de que os artistas também têm responsabilidade na promoção da paz na folia. “O artista tem papel fundamental na segurança dos foliões”, concordaram todos os gestores das corporações.

“Além disso, temos observadores em camarotes e outras estruturas que permitem uma boa visualização das ruas”, explicou Tormes, lembrando que ação é coordenada. “Os infiltrados vão na frente, mapeando o terreno e observando qualquer ação ilícita, e na hora que eles abordam, chegamos dando o apoio e cercando o perímetro”, detalhou o delegado.

Ainda segundo ele, com a atuação dos infiltrados as abordagens pode vir de qualquer lado. “Tem gente que aplaude nossa ação, e a unidade tática (com a camisa azul da PC) tem efeito pedagógico, porque o criminoso que estava com vontade de cometer algum crime já pensa duas vezes”, resumiu Tormes.

O ambulante José Alves dos Santos, de 53 anos, que sempre atua no centro da cidade, aprovou o trabalho da polícia. “Tem que pegar mesmo quem tá fazendo coisa errada, para proteger quem vem para se divertir”, disse Alves.

A atividade dos investigadores e delegados conta com apoio do Centro de Controle Operacional da Polícia Civil, de onde é articulado as ações do pessoal em campo. “Também estamos em contato permanente com o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Secretaria da Segurança Pública, caso ocorra alguma caso mais grave”, disse o delegado Jorge Figueiredo.

Fonte: Ascom / Mateus Ribeiro

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